O Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult-MG) e do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG), avança em uma nova etapa da política pública de valorização da Cozinha Mineira como patrimônio cultural.
Após o reconhecimento dos sistemas culinários do milho e da mandioca, a cachaça de alambique passa a integrar os estudos de proteção dos modos tradicionais de fazer que formam a identidade cultural do estado.
A iniciativa integra o programa Minas Essencial, que articula patrimônio, cultura, gastronomia, turismo e desenvolvimento territorial a partir das expressões mais autênticas da mineiridade.
O objetivo é mapear, documentar e valorizar os alambiques tradicionais de Minas Gerais, seus saberes, técnicas de produção, relações com o território, formas de transmissão entre gerações e práticas culturais associadas à produção artesanal da cachaça.





